Dinner at Tiffany's

Frankly, my dear, I don't give a damn.

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Sep 21

The tree of f…… life.

Eu não tinha lido nada a respeito do filme, nothing. Só sabia que tinha o Brad Pitt no filme e o poster tinha um pezinho de neném. Pronto, para mim já estava vendido!

Duas pessoas que assitiram ficavam a toda hora me perguntando se eu já havia visto o filme. Só falavam que queriam que eu assitisse para saber qual tinha sido minha impressão a respeito. Deu, foi suficiente para ficar mega ultra curiosa.

Depois de décadas, consegui ir ao cinema (sabe, São Paulo tem poucos cinemas…) e óbvio que fui direto nesse filme (até porque, fala sério, ultimamente Hollywood está pobre de filmes, ou é filme de história em quadrinhos adaptado ou animação, que não é ruim, mas só isso cansa).

Fui com minha madrinha, compramos pipoca e coca-cola e estava feliz. Começou o filme e logo nos primeiros 10 minutos vi que eu não sabia se ia entender tudo ou nada. Acho que entendi partes. É um filme impressionista que se centra numa família do Texas nos anos 50 e basicamente trata da perda da inocência de uma criança e o reflexo que isso causa na sua vida adulta no mundo moderno, buscando sempre por respostas a respeito de nossas origens, origem e sentido da vida, através do constante questionamento da existência da fé.

Um tema não muito distante, muitos filmes já abordaram isso, porém o que A árvore da vida tem de unusual é a forma que expressa esse tema, parece um 2001: Odisséia no espaço meets o White Album dos Beatles.

Achei bom, entertening e me envolveu. Sentia em alguns momentos que estava naquele momento na cama de olho fechado, tentando entender o significado de tudo e a única coisa que vejo são flashes de luzes e vozes tentando fazer sentido das coisas.

R.L.: Tell us a story from before we can remember.

Good choice! See ya galerinha do mal.


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