O DeusPai…O primeiro da Trilogia.

Comprei, finalmente, a trilogia do The Godfather. Já havia assistido aos três filmes, porém amantes de (bons) filmes querem sempre ter a coleção, por motivos particulares. No meu caso, para mostrar todos os (bons) filmes aos meus sobrinhos e futuros filhos. Okay, sei que não faz muito sentido, mas deixa eu pensar assim e vamos ao filme. Sábado à tarde, eu e meu amigo, o famoso betushco, aka Betito, sentamos nas minhas poltronas ridiculamente confortáveis e começamos a jornada da máfia (que todos amamos). Só um adendo, o Betito não gosta muito de filmes clássicos ou antigos. Tentei fazer ele assisistir Gone with the wind e até hoje, nada. Só consegui fazer ele assistir comigo a Funny Face com Audrey Hepburn e dormiu no final. Dito isso, quando começamos The Godfather, as cenas iniciais envolvem uma festa de casamento (“italiana”) e Marlon Brando….não preciso dizer muito, o filme já inicia com estilo. A música principal do filme, composta por Henry Mancini, consegue causar um impacto tão grande quanto a atuação dos atores, que sem exceção, é espetacular.Tudo no final se encaixa em perfeita harmonia. A música, a fotografia, os personagens, os lindos carros pretos. Entretanto é Don Vito Corleone que nos conquista no primeiro filme da série: seu jeito de bom pai e chefão contraposto com a profissão de mafioso. O ótimo é, do meio ao final do filme eu e o betushco estarmos torcendo para a máfia. Quando Don Corleone leva os tiros é como a cena de morte do Mufasa de The Lion King. Nossa reação era: “ahhh não…uuuu coitadinho, ele não pode morrer”.
Para quem nunca assitiu, não há erro, o filme serve para todos os gostos e traz o melhor de Hollywood, a “glamorificação” do mal que sem percebermos se transforma na imagem do bem heróico. Mas vamos ser sinceros Don Corleone com carinha de Marlon Brando e Michael Corleone com carinha de Al Pacino, não tem como não se apaixonar e ser um filme de qualidade, ainda mais com um diretor como Francis Coppola no comando.
O melhor de tudo é que o Betito não dormiu e ainda queria assistir a sequência…que orgulho. Saímos da poltrona e tinha nada mais nada menos servido à mesa do que uma boa pizza e muito vinho. Pra quê…eu e o betushco terminamos a noite “falando” muuuuito italiano.
See ya, galerinha do mal. Se quiserem comentar, perguntar, agradecer ou pedir por um favorzinho: http://twitter.com/milanelli